6 mai
2015

Sobre: Notícias

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Há alguns dias, foi anunciada a redução do limite de financiamento da Caixa para imóveis usados. Leia esse post que preparamos, entenda o que aconteceu e quais as alternativas para não sair perdendo com essa medida.


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Quem estava com o dinheiro separado para dar entrada na casa própria deve ter sido surpreendido quando a Caixa Econômica Federal anunciou reduziu o limite de financiamento com recursos da poupança desde o dia 4 de maio. Segundo o banco, essa medida foi tomada para priorizar a oferta de crédito habitacional em moradias novas, sem alterar as regras para as habitações populares. Mas e quem procura um imóvel usado, tem que dar praticamente metade do valor para conseguir o financiamento? A melhor solução será recorrer a outras instituições financeiras daqui por diante.

Enquanto antes bastava entrar com um mínimo de 20% no valor do imóvel, esse percentual subiu para a metade desde segunda-feira passada— ou seja, só será possível financiar 50% da moradia, e não até 80%, como antes.


Além de refrear a venda de imóveis usados, isso poderá também aumentar a venda de novos empreendimentos e a procura pelo aluguel em todo o Brasil, segundo avalia a ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).


Todo o mercado será afetado. Os imóveis novos têm demanda menor, ainda mais com a inflação alta. O governo não alterou apenas os novos, mas os usados hoje, são maioria do mercado.

Diante disso, o financiamento em bancos privados ficará competitivo. Apesar das taxas serem maiores do que as da Caixa – e aumentarão depois dessa medida, ainda será mais vantajoso para quem não tiver um valor de entrada de 50% do valor do imóvel.


A Exame em parceria com o Canal do Crédito fez uma simulação para mostrar quais são as condições de financiamento oferecidas pelos principais bancos que servem como alternativa aos compradores que não possuem os valores de entrada exigidos pela Caixa, que disponibilizamos abaixo para você.

O resultado mostra que nos demais bancos, a entrada exigida para financiamento de imóveis usados é de 20%, no mínimo, em todos eles.

Já os custos variam bastante. O Custo Efetivo Total (CET), taxa que mostra o que o tomador realmente paga pelo financiamento (ao considerar todos os encargos, como juros, seguros obrigatórios, taxa de administração e outros), varia entre 11,09% a 13,24% para financiamentos de imóveis de 500 mil e de 11,27% a 13,17% para imóveis de 800 mil. Confira a seguir.

Financiamento de imóvel de 500 mil pelo SFH nos bancos grandes que ainda aceitam entradas de apenas 20%*


Condições da simulação: valor do imóvel: R$ 500 mil; entrada: 20% do valor do imóvel; valor do financiamento: R$ 400 mil; prazo: 360 meses; idade do comprador: 45 anos.

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Financiamento de imóvel de 800 mil pelo SFI  nos bancos grandes que ainda aceitam entradas de apenas 20%*

Condições da simulação: valor do imóvel: R$ 800 mil; entrada: 20% do valor do imóvel; valor do financiamento: R$ 640 mil; prazo: 360 meses; idade do comprador: 45 anos.

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Para quem ficou na dúvida entre comprar um imóvel usado ou um novo, porém menor ou menos bem localizado, a orientação é fazer as contas — mesmo com essa medida da Caixa, o mercado está desaquecido, então pode ser uma boa hora para comprar o seu imóvel.


Sempre é válido lembrar que se você tem um valor de entrada maior para o financiamento, é muito mais vantajoso, pois acaba obtendo as taxas mais atraentes, afinal os juros incidem sobre um valor e número de parcelas menor. Por isso, quanto maior a entrada, mais barata será a operação para você. Principalmente nesse cenário, que, tendo esse valor, poderá financiar com a Caixa, que tem as melhores taxas para determinados valores.


É muito importante lembrar que isso só se aplica para imóveis usados, portanto, para as habitações populares como o programa Minha Casa, Minha Vida e os financiamentos com recursos do FGTS não se aplicam.


Fonte das Tabelas: Canal do Crédito, com base nos juros informados nos sites dos bancos. Foi considerada a taxa de balcão, que é aplicada a clientes que não têm relacionamento prévio com o banco.
* Financiamentos pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), no qual o valor da dívida amortizado mês a mês é constante, mas os juros pagos nas parcelas iniciais são maiores e diminuem ao longo do tempo. Assim, os valores das prestações – que incluem a amortização do saldo devedor, os juros e outros encargos-, são decrescentes.



Ainda tem dúvidas? Não se preocupe, poste nos comentários ou entre em contato, que nós da Mocambo Imóveis te daremos toda a assessoria que você precisa.
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20 nov
2013

Sobre: Dicas

Documentação Enrolada

Na hora da compra e venda do imóvel, a documentação é um ponto chave e decisivo, e pode truncar a venda. Se você se identifica com essa situação, dê uma olhadinha nesse post que preparamos para você, e saiba como resolver essa situação da melhor maneira possível.

 

 

A documentação irregular pode atrasar e atrapalhar na hora da compra e venda de um imóvel

A documentação irregular pode atrasar e atrapalhar na hora da compra e venda de um imóvel

 

 

 Mas que tipo de problemas eu posso ter?

Existem muitos tipos diferentes de problemas com documentação, mas iremos relacionar a lista dos mais comuns e evidentes:

 

 

Problemas na Prefeitura e IPTU

A falta de pagamento do IPTU, as dívidas relativas à taxas e obrigações perante a prefeitura podem causar problemas com a documentação do imóvel e prejudicar na hora da compra e venda. É importante sempre estar com os pagamentos em dia, para que seja mais fácil a negociação da casa, apartamento ou terreno.

 

 

Imóvel em Inventário

Talvez seja uma das situações mais complicadas que envolve a documentação do imóvel, pois se trata de um processo jurídico para a divisão justa e correta da partilha de bens – chamado de inventário – entre os herdeiros de uma pessoa que faleceu. Neste processo são levantados todos os bens do falecido, bem como quem são os herdeiros legais (entre outras ações). Após todo esse processo é que ocorre a divisão.

Acontece que muitos imóveis são colocados à venda quando o processo de inventário ainda está em andamento e podemos afirmar que neste momento a documentação ainda está enrolada, pois não houve liberação judicial e nem há indícios de que haverá. Nesse caso, a melhor coisa a se fazer, é esperar todo o processo sair, para que a dor de cabeça seja menor.

 

 

Irregularidade por dívidas

Um outro ponto comum no quesito irregularidade são as dívidas que recaíram sobre ele. Isto pode acontecer por exemplo quando o proprietário deu o imóvel como garantia de algum financiamento ou no caso de ter sido fiador de alguém que não pagou a dívida. Isso pode levar o imóvel a ser penhorado e até ir à leilão.

Além disso, dívidas trabalhistas não pagas do proprietário também podem levar o imóvel à irregularidade – e neste caso a justiça trabalhista poderá penhorar o imóvel para pagamento da dívida.

 

 

Falta de Registro ou Averbação

Averbação nada mais é do que registrar no cartório do registro de imóveis todas as atividades que um imóvel exige: documentação, construção, demolição etc.

É muito comum as pessoas comprarem um terreno com o registro, mas depois de terem construído não registrarem. Isso faz dele um imóvel com a documentação irregular.

 

 

Tudo bem, entendi. Mas como faço para resolver essas irregularidades do meu imóvel?

Além desses problemas, podem haver outros, mas seja qual for a causa, o caminho para resolver é o mesmo. Siga esses passos que separamos para você:

1º – Para saber a situação do imóvel no que diz respeito à dívidas e à documentação perante a Prefeitura, peça uma certidão do imóvel para efeito de IPTU e outros.

2º – Peça uma certidão no cartório de registro de imóveis. Ela irá mostrar o histórico de ações e averbações que foram feitos naquele imóvel e assim você poderá comparar se o que tem no imóvel está de acordo com o que tem na documentação/certidão.

Através dessas duas certidões, você terá um raio-x do imóvel e poderá tomar as decisões necessárias para as soluções que houver e decidir pelo melhor caminho. Se o motivo for a venda do imóvel, lembre-se que neste caso é necessário que o vendedor também esteja com a sua própria documentação regular e para verificar isso, além de fazer uma consulta de crédito, você deverá também pegar uma certidão negativa na Receita Federal e Estadual.

 

Essa matéria te deu uma luz sobre o que fazer com a sua documentação? Não deixe de comentar. Se tiver alguma dúvida, pode comentar também, que nós faremos o possível para te ajudar 😉

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